JCR, CITESCORE, SNIP, SJR, E COMO É
CALCULADO
1. Introdução:
por que existem métricas para avaliação
de periódicos?
Atualmente, a transmissão e divulgação
do conhecimento é potencializada pelos mecanismos da internet. Em meio a isso,
pesquisadores têm a oportunidade de se exporem a um volume maior de ideias e de
casos para estudo, ao questionamento, à colaboração entre pares, e a novas
perspectivas na sua área de pesquisa. Aliado a isso, a ciência se tornou
elemento-chave no desenvolvimento regional e nacional, ao ser instrumento para
o contínuo avanço tecnológico e social.
Por essa perspectiva, empresas,
universidades e grupos de pesquisa procuram saber: a) Quais trabalhos são relevantes para meus processos e apresentam
soluções viáveis para esses problemas? b) Que outros grupos estão produzindo
trabalhos relevantes? c) Que
veículos na mídia digital esses trabalhos se apresentam? d) Onde seria estratégico veicular os resultados da minha pesquisa?
Claramente, algum parâmetro comparativo entre os trabalhos ou entre periódicos
pode indicar respostas acerca do potencial do material que se lê, ainda que
estas sejam diferentes para diferentes áreas do conhecimento.
Atualmente, os maiores acervos
bibliográficos estão disponíveis na internet, o que permite que o filtro e o
acesso de seus documentos sejam feitos individualmente. Ainda assim, a
necessidade de entender o “valor de impacto” de cada material se mantém entre
os leitores. Por isso, a comunidade científica utiliza indicadores
bibliométricos fornecido por estas bases para dar atribuir potencial de
impacto, de divulgação e de financiamento às suas pesquisas, como também para manter
seus trabalhos a par do que há de mais novo na sua área do conhecimento.
O primeiro desses indicadores
bibliométricos, como também o mais conhecido até hoje, é o produzido pela
Clarivate AnalyticsTM, antiga Thomson ReutersTM
e veiculado pela Journal Citation Reports©. A métrica de avaliação desse e de
outros indicadores importantes é a quantidade de citações atribuídas a cada
periódico dentro de um período determinado. A ideia dessas medidas é capturar o
quanto que as publicações de um dado periódico conseguem influenciar outros
trabalhos que sucedam sua publicação. Em tese, quanto maior a quantidade de
citação recebida pelo periódico, maior é a relevância do conteúdo publicado
nele, pelo fato de contribuir para diversos outros trabalhos posteriores. Desse
modo, estabelece-se uma relação que se: quanto mais citações, maior é o impacto
da revista no meio científico.
A seguir, será possível entender melhor
sobre as métricas utilizadas por alguns indicadores disponíveis no mercado,
como o Fator de Impacto, Citescore©, SNIP e SJR.
2. Fator
de Impacto da Journal Citation Reports
A
Thomson ReutersTM foi a primeira editora a disponibilizar
uma publicação específica para a avaliação de impacto de períodos no meio
acadêmico. A primeira edição da Journal Citation Reports (JCR) foi publicada em
1975, e trazia uma hierarquia entre períodos disponíveis em seu acervo por um
indicador bibliométrico. Para tanto, a empresa desenvolveu uma forma de medir o
desempenho de uma revista dentro de sua área de influência científica, para que
então a comparação revista a revista fosse compatível quanto à sua
probabilidade de impactar futuras publicações (COURTNEY, 2017). A partir disso,
o Fator de Impacto (JIF) para periódicos foi definido como na Figura 1.
Figura
1 – Definição da métrica do Fator
de Impacto (JIF)
Em
que o numerador corresponde as todas as citações que a edição de um periódico
recebeu até 2 anos após a sua publicação, enquanto o denominador representa a
quantidade de periódico que estariam dentro de uma área de alcance para
impacto. Em outras palavras, é determinado uma quantidade de revistas que
compartilham áreas de conhecimento comuns e que poderiam ser potencialmente
influenciadas pelas publicações da revista científica avaliada pelo Fator de
Impacto, o que é na Figura 1 denominado como “potencial para citação”. Um
aspecto importante a ser observado nesse conceito é que, periódicos de uma
grande área do conhecimento, como Ciências Sociais ou Engenharia, podem ter
quantidades diferentes de “potencial para citação”, dado que peculiaridades de
seus editoriais podem expandir ou restringir sua área de influência. Ainda
assim, é possível comparar o IF de períodos de uma mesma área, sendo não
recomendado a comparação de desempenho entre periódicos de áreas distintas (HUBBARD
E MCVEIGH, 2011).
Apesar
de conceitualmente coerente, por muitos anos periódicos e grupos da comunidade
científica questionaram o método em que a empresa delimitava a quantidade de
periódicos que pertenceriam ao “potencial de citação”. Muitos desses debates
inclusive geraram publicações que tentavam clarificar o modo como essa seleção
era realizada e diminuir suspeições de enviesamento (COURTNEY, 2017). Hubbard e
McVeigh (2011), por exemplo, como editores-chefe da Journal Citation Reports,
explicam que o método para determinar com maior acurácia o “potencial de
citação” de um periódico utiliza um extenso trabalho de indexação e de revisão
bibliográfica iterativa. Ainda assim, justamente pela complexidade e extensão
das etapas, esse processo ainda não é absolutamente claro.
Atualmente, a empresa responsável pelo
cálculo do Fator de Impacto é a Clarivate Analytics, que avalia o impacto dos
periódicos presente na sua base Web of Science©,
a qual possui cerca de 11.000 periódicos. A publicação da JCR ocorre todos os
anos, sendo portando o IF revisado anualmente (GARFIELD, 2019).
3. Citescore
O indicador bibliométrico Citescore foi
lançado ao mercado em 2016 por outra empresa do mercado editorial científico: a
ElsevierTM. A Elsevier gerencia um acervo digital
bibliográfico denominado ScienceDirect© e um buscador bibliográfico denominado
Scopus©, que indexa não só publicações de
periódicos, mas também de anais de congressos, relatórios técnicos, livros, ou
quaisquer outros documentos de cunho científico. Por conta disso, a Scopus
lista cerca de 22.220 documentos em toda a sua base (ZIJLSTRA; MCCULLOUGH, 2016).
No momento que o Citescore foi disponibilizado
pela Elsevier, outros indicadores bibliométricos já estavam presentes no
mercado junto ao JIF, como o SNIP e o SJR, mas estes últimos com diferentes
perspectivas na avaliação do impacto dos periódicos. No entanto, o Citescore é
uma métrica que foi anunciada como um contraponto ao Fator de Impacto, dado que
o primeiro também se propõe a fornecer uma referência para a comparação do
impacto de periódicos dentro de uma mesma área do conhecimento (COURTNEY, 2017).
Entretanto, as diferenças entre o
Citescore e o Fator de Impacto estão no cálculo desses indicadores. A fórmula
do Citescore é dada como na Figura 2.
Figura 2 – Definição da métrica utilizada pelo Citescore
Como se pode
observar, o Citescore aumenta o período de observação considerado para a
contabilização do volume tanto de citações recebidas como de publicações
totais. A diferença de 2 para 3 anos entre o JIF e o Citescore,
respectivamente, foi justificado pelas diferenças de velocidade de publicações
entre áreas do conhecimento. Argumentou-se que algumas áreas da Ciência
conseguem ter uma quantidade maior de periódicos publicados por ano, seja pela
natureza das pesquisas (experimentais ou de reflexão teórica), seja pela
tecnologia disponível para realização das pesquisas, ou seja complexidade dos métodos
científicos (experimentos curtos ou longos). Por essas razões, um período de 3
anos conseguiria incorporar essas discrepâncias no cálculo dos indicadores (ZIJLSTRA; MCCULLOUGH, 2016).
Além
disso, o Citescore considera em seu denominador a quantidade total de
documentos publicados à época, o que eliminaria qualquer suspeição de
enviesamento do método utilizado na métrica. Segundo Elsevier (2017), a
quantidade total de publicações dentro dos anos considerados no denominador é
acessível a qualquer usuário do Scopus, tal como é a quantidade de citações que
um periódico recebeu nesse mesmo intervalo de tempo. Essas características da
base e da equação do indicador tornam o Citescore reproduzível. Por último, um
último fator de diferenciação importante entre este indicador e o JIF é a
seguinte: as citações de todos os documentos recebidas pelo periódico avaliado
são contabilizadas no numerador, e não somente aquelas provenientes de outros
periódicos. A Tabela 1 a seguir resume algumas dessas considerações.
Tabela 1 – Comparação entre as formulações do JIF e do
Citescore
|
PRINCIPAIS
DIFERENÇAS
|
JOURNAL
IMPACTO FACTOR
|
CITESCORE
|
|
Acervo
utilizado
|
Web of
Science
|
Scopus
|
|
Período
considerado na avaliação
|
2 anos anteriores
|
3 anos anteriores
|
|
Método para
seleção de dados de entrada
|
Subjetivo,
pela definição de “potencial de citação”
|
Reproduzível
|
4. SNIP
Outro indicador bibliométrico utilizado
para avaliar o fator de impacto dos periódicos científicos é o SNIP (Source
Normalized Indicator per Paper), que segundo a CWTS Journal Indicators, possibilita
a avaliação comparativa do impacto de periódicos de diferentes áreas do
conhecimento, baseado no acervo bibliográfico Scopus da Elsevier. O SNIP é
publicado anualmente e de responsabilidade do Centro de Estudos de Ciência e
Tecnologia da Universidade de Leiden.
A métrica utilizada pelo SNIP determina
um fator de normalização para cada periódico, o qual deverá refletir as
características de periodicidade de publicação e volume de produção. Esse fator
se baseia na ideia que: cada periódico tem um impacto contextual em sua área de
conhecimento, pois cada área possui diferentes condicionantes para condução da
pesquisa que, consequentemente, refletem-se na velocidade de produção
científica. Essas condicionantes podem ser: tecnologia disponível, conhecimento
acumulado na área, tipo de método de pesquisa comumente aplicada (experimental
ou de reflexão teórica), tempo necessário para produzir resultados, e assim por
diante. Com efeito, variáveis como essas irão influenciar na quantidade de
publicações em um ano, por exemplo (MOED, 2010).
Sob essa perspectiva, o termo normalizador
do SNIP para diferentes periódicos é calculado a partir do tamanho médio das
listas de referência de seus artigos, haja vista que volume de publicações
tomadas por referência para um trabalho é reflexo das características de
pesquisa de cada área. E que, a certo ponto, essas condicionantes impactam a
probabilidade de os artigos um periódico serem citados por outras publicações
em sua área de influência (MOED, 2010). Assim, define-se um potencial de
citação para cada periódico que é utilizado para normalizar o fator de impacto
(Citescore) do periódico (Figura 3).
Figura 3 - Definição da métrica utilizada pelo Source Normalized Indicator per Paper
Valores
de SNIP próximos a 1 indicam que o periódico teve um impacto esperado para o
contexto de produção da sua área de conhecimento, enquanto valores maiores que
1 apontam que os trabalhos publicados em determinado periódico têm repercussão
maior que seu potencial. Dessa forma, o SNIP destaca periódicos de prestígio
para a comunidade científica (LIBRARY AND INFORMATION SERVICES JCU, 2019).
5. SJR
O indicador SJR, criado pelo grupo de
pesquisa SCImargo da Universidade de Granada, também permite comparar o impacto
de periódicos de diferentes áreas do conhecimento. No entanto, a sua métrica
não é baseada no contexto de produção, mas sim no contexto de divulgação científica,
isto é, de prestígio na ciência (GONZÁLEZ-PEREIRA; GUERRERO-BOTE; MOYA-ANEGÓN,
2010).
Para a concepção desse indicador,
entendeu-se que periódicos com maior prestígio na sua área de conhecimento irão
ser mais frequentemente citados por outros trabalhos em produção. Portanto,
para que outras revistas científicas sejam citadas, a qualidade de seu
editorial deverá ser superior ao prestígio de outros periódicos mais comumente
procurados para leitura. E, se, por exemplo, publicações em periódico de
prestígio se valem de artigos provenientes de uma revista científica de menor
repercussão científica, essa citação tem maior peso para a última, que o
contrário. Em outras palavras, o SJR atribui um valor ponderado às citações, de
modo que a citação óbvia vale menos que a citação não-óbvia (GONZÁLEZ-PEREIRA;
GUERRERO-BOTE; MOYA-ANEGÓN, 2010).
Por último, o SJR também se vale do
impacto contextual dos periódicos, como o SNIP, para normalizar seu indicador.
De modo que as citações recebidas por um periódico são divididas pelo seu
potencial de citação, relativo ao tamanho médio da lista de referência de sua
área do conhecimento..
A formulação do SJR é mais complexa que
a dos outros indicadores supracitados, porque o seu método de cálculo é
iterativo, para que haja correções contínuas até convergirem a um valor de
ponderação, relacionado ao prestígio da citação recebida. Na Figura 4, é
possível observar as diferenças entre quantidade de citações, volume de
produção da área e alguns dos indicadores que utilizam o acervo do Scopus para
cálculo (SCIMAGO JOURNAL RANK, 2007).
Tabela 2 – Comparação entre indicadores bibliométricos
|
PERIÓDICOS
|
SNIP
|
CITEScore
|
Quantidade
de Citações
|
Número de documentos na área
|
|
Reviews
of Modern Physics
|
15.292
|
34.49
|
4.242
|
123
|
|
New
England Journal of
Medicine
|
13.405 |
14.75 |
77.809
|
5.274 |
|
Materials Science and
Engineering: R: Reports
|
12.162 |
31.32
|
1.190
|
38 |
|
Psychological Science in the
Public Interest, Supplement
|
12.093
|
16.32
|
310
|
19
|
|
Chemical Reviews
|
11.97
|
51.08 |
44.389
|
869
|
6. Considerações
Finais
Dado que por vezes o financiamento e
suporte da pesquisa, inovação e extensão ainda são contraditoriamente limitados
para centros e grupos de pesquisa, aumentar o potencial de visibilidade dos
trabalhos é uma das razões pela qual cientistas estão tão preocupados com os
questionamentos apresentados anteriormente.
Aliado a isso, a necessidade intrínseca à pesquisa de permanecer
atualizada exige que pesquisadores estejam constantemente em busca por novas
influências e referências.
Porém, já é perceptível que a
produtividade científica começa a se tornar preocupação constante na carreira
dos pesquisadores. Nesse contexto, a qualidade do que é produzido começa a ser associada
a indicadores de frequência de citação. Assim, indicadores bibliométricos,
ainda que relacionados aos periódicos, também podem sugerir status de “material qualidade” às suas
publicações. O que parece evidente, no final das contas, é que o uso
indiscriminado desses indicadores bibliométricos deve ser evitado. Afinal, os
indicadores bibliométricos são ferramentas importantes no entendimento quanto à
importância de resultados de determinadas pesquisas, identificação tanto de
potenciais colaboradores em uma linha de pesquisa, como de veículos de maior
visibilidade para divulgação científica, tornando-se assim instrumentos para
determinar estratégias para exposição de pesquisas.
Por esta perspectiva, é crucial que os
objetivos e a métricas utilizada por cada indicador bibliométrico estejam
claros para o leitor, para que suas potencialidades de uso e limitações gerem
uma relação determinística entre qualidade do periódico e de seus artigos
componentes, bem como entre valor das produções científicas e o periódico em
que estes foram publicados.
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